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Nova NR-1: principais mudanças e prazo até 2026

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| 5 Minutos de leitura

| 16 Abril, 2026


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Nova NR-1: o que muda até 2026 (e o que ninguém te conta)
6:51

A nova NR-1 já está em vigor e ignorar essas mudanças pode custar caro!

 

Atualizada em 2024 e com prazo final de adequação até maio de 2026, a norma trouxe uma transformação importante: a gestão de riscos agora inclui, oficialmente, a saúde mental no ambiente de trabalho e riscos psicossociais, como estresse, sobrecarga e até assédio moral e sexual.

 

Se você atua em RH, DP ou Segurança do Trabalho, este guia vai te mostrar, de forma clara e direta, o que realmente mudou, quais são as novas exigências e como se adaptar sem complicação.

 

 Leia também: PGR: o que é e como funciona o gerenciamento de riscos 

O que é a NR-1 e por que ela ganhou tanto protagonismo

A NR-1 funciona como a base de todas as normas regulamentadoras. É ela que estabelece as diretrizes gerais de saúde e segurança no trabalho e orienta como as demais NRs devem ser aplicadas.

 

Na prática, isso significa que a NR-1 define como as empresas devem estruturar o gerenciamento de riscos ocupacionais, e é justamente esse ponto que ganhou força com a atualização.

 

Por meio do Programa de Gerenciamento de Riscos (PGR), as empresas deixam de atuar de forma reativa e passam a estruturar  uma abordagem preventiva, contínua e estratégica.

 

Esse movimento acompanha uma tendência global e está alinhado a referências como a Organização Internacional do Trabalho, que reforça a importância de considerar fatores organizacionais e psicossociais na prevenção de doenças ocupacionais.

 

Seja o próximo case de sucesso da BUK: Folha de pagamento: como evitar erros e burocracia  

 

Banner sobre a prorrogação da NR-1 para maio de 2026 e suas novas exigências para empresas.

O que realmente muda com a nova NR-1

A atualização da norma representa uma mudança clara: sair do modelo reativo e assumir uma gestão ativa de riscos

 

Um dos pontos mais relevantes é a ampliação do conceito de risco. Agora, além dos riscos físicos, químicos e biológicos, entram com força os fatores de risco psicossociais.

 

Isso inclui:

 

  • Estresse ocupacional
  • Sobrecarga de trabalho
  • Ambientes tóxicos
  • Assédio moral e sexual
  • Falta de equilíbrio entre vida pessoal e profissional

Ou seja, a saúde mental no ambiente de trabalho passa a ser uma responsabilidade formal da empresa.

 

Esse movimento acompanha dados da Organização Mundial da Saúde, que já apontam a saúde mental como uma das principais causas de afastamento no trabalho.

 

Além disso, a norma traz novas exigências importantes:

 

Os treinamentos passam a exigir conteúdo estruturado, carga horária definida e comprovação formal, com rastreabilidade completa.

 

A digitalização deixa de ser opcional. Agora, é obrigatório garantir armazenamento seguro, organização e fácil acesso aos registros.

 

E, embora o ensino a distância seja permitido, ele precisa cumprir critérios claros - não basta aplicar, é preciso comprovar aprendizado

 

Vale a leitura: FAP 2026: consulta, prazo e como reduzir custos

Riscos psicossociais: o ponto de virada da NR-1

Se existe uma mudança que redefine a NR-1, é a inclusão obrigatória dos riscos psicossociais no gerenciamento de riscos ocupacionais.

 

Na prática, isso significa que fatores antes ignorados ou tratados como secundários passam a exigir gestão estruturada, monitoramento e ação preventiva.

 

Situações como pressão excessiva, conflitos internos e ambientes desgastantes deixam de ser apenas questões culturais e passam a ser fatores de risco regulatórios.

 

O tema do assédio moral e sexual, por exemplo, ganha um novo peso. A empresa não pode apenas reagir, precisa prevenir, educar e acompanhar continuamente.

O prazo até 2026 e o erro de esperar

O prazo foi prorrogado para 25 de maio de 2026, mas isso não significa que há tempo de sobra.

A adequação exige mudanças estruturais de: processos, cultura, tecnologia e capacitação.

 

Empresas que deixam para depois tendem a enfrentar:

 

  • Custos mais altos
  • Implementações apressadas
  • Maior risco de não conformidade

Enquanto isso, quem começa agora consegue estruturar tudo com mais consistência e segurança.

O impacto direto no RH e nas lideranças

Com a nova NR-1, o RH deixa de ser apenas operacional e passa a ter um papel ainda mais estratégico.

 

Agora, é responsabilidade da área garantir que:

 

  • O gerenciamento de riscos ocupacionais esteja atualizado
  • Os fatores de risco psicossociais sejam mapeados e acompanhados
  • Existam ações claras de prevenção de assédio moral e sexual
  • Os treinamentos estejam estruturados e documentados

Além disso, a saúde e segurança passam a fazer parte do onboarding, garantindo que o colaborador comece já preparado.

 

As lideranças também ganham protagonismo. A forma como metas são cobradas, como feedbacks são dados e como conflitos são gerenciados passa a impactar diretamente a conformidade com a norma.

 

Leia também: Jovens no mercado de trabalho: como atrair e reter talentos

O papel da tecnologia na adequação

Com o aumento das exigências, fazer tudo manualmente se torna arriscado.

 

A tecnologia ajuda a garantir:

 

  • Controle de treinamentos e vencimentos
  • Organização e armazenamento de documentos
  • Rastreabilidade das ações realizadas
  • Relatórios para auditorias

Mais do que facilitar, ela reduz erros e traz segurança para o processo.

O que está em jogo ao não se adequar

Ignorar a nova NR-1 pode gerar impactos sérios.

 

Além de multas e autuações, a empresa fica mais exposta a processos trabalhistas, especialmente aqueles ligados à saúde mental, assédio e doenças ocupacionais.

 

Também pode enfrentar dificuldades em contratos e perder certificações importantes, como a ISO 45001.

 

E talvez o ponto mais crítico hoje: o impacto na reputação. Empresas que não cuidam da segurança e do bem-estar perdem competitividade na atração e retenção de talentos.

Como começar a se adequar

O primeiro passo é entender como sua empresa gerencia riscos hoje.

 

A partir disso, é essencial evoluir o PGR, incluir os riscos psicossociais, revisar treinamentos e garantir que toda a documentação esteja organizada.

 

Mais do que cumprir uma obrigação, esse processo fortalece a cultura e melhora a eficiência da operação.



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NR-1 na prática: uma mudança de mentalidade

No fim, a nova NR-1 não é só uma atualização técnica.

 

Ela marca uma virada importante:

 

A empresa deixa de cuidar apenas da segurança física e passa a ser responsável também pela saúde mental e pelo ambiente organizacional. 

 

Quem se antecipa não apenas evita penalidades, constrói um ambiente mais saudável, produtivo e sustentável.

 

Se você quer entender melhor como adaptar sua empresa às novas exigências e fortalecer a gestão de pessoas, continue acompanhando o blog da Buk. 

Perguntas Frequentes

O que é o PGR na nova NR-1?

É o programa que estrutura o gerenciamento de riscos ocupacionais, reunindo identificação, avaliação e controle dos riscos. 

A nova NR-1 já está valendo?

Sim. A norma entrou em vigor em 2024, com prazo de adequação até maio de 2026. 

Riscos psicossociais são obrigatórios?

Sim. Eles passam a fazer parte oficial do gerenciamento de riscos. 

Treinamentos online são permitidos?

Sim, desde que tenham controle, avaliação e registro. 

O que acontece se não cumprir?

Multas, processos trabalhistas e danos à reputação. 

Olá! Sou a Lorena, criadora de conteúdo na Buk. Amo escrever, contar histórias e traduzir mundos com propósitos tra...

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