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Salário Mínimo 2026: o que gestores e trabalhadores precisam saber

<span id=hs_cos_wrapper_name class=hs_cos_wrapper hs_cos_wrapper_meta_field hs_cos_wrapper_type_text style= data-hs-cos-general-type=meta_field data-hs-cos-type=text Salário Mínimo 2026: o que gestores e trabalhadores precisam saber

| 3 Minutos de leitura

| 25 Novembro, 2025


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Salário Mínimo 2026: valor previsto, reajuste e impactos
4:46

O Decreto nº 12.797, publicado no DOU, fixa o salário mínimo em R$ 1.621,00 e confirma a vigência para a folha de janeiro de 2026 (a partir de 01/01/2026).


Esse índice de reajuste considera a inflação medida pelo INPC de 12 meses encerrados em novembro (4,78%) mais um ganho real de aproximadamente 2,5%.

Qual será o valor do salário mínimo em 2026?

O valor já foi oficializado: o salário mínimo será de R$ 1.621,00 a partir de janeiro de 2026. O reajuste considera a inflação e o ganho real previsto pela política de valorização, impactando diretamente referências de remuneração e rotinas de folha.


Especialistas relatam que, mesmo com o aumento, o valor ainda pode não acompanhar totalmente o custo de vida das famílias.

Como o reajuste foi calculado e quais os fatores envolvidos

O reajuste e a política de valorização do salário mínimo combina dois componentes no cálculo:

  • Inflação (INPC): usa a variação acumulada em 12 meses até novembro do ano anterior, para recompor o poder de compra.
  • Ganho real: considera o crescimento do PIB apurado pelo IBGE (referente a dois anos antes), para garantir aumento acima da inflação.

Para 2026, essa fórmula — INPC + crescimento do PIB — embasou o valor de R$ 1.621, resultando em um reajuste de 6,79%.

 

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Impactos para trabalhadores, aposentados e segurados do INSS

A oficialização do novo piso do salário mínimo em R$ 1.621,00 para o ano de 2026, através de decreto, gera um impacto direto e imediato para milhões de brasileiros, abrangendo diversas categorias, desde trabalhadores da ativa até beneficiários da Previdência Social.

 

Para os trabalhadores regidos pela Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) que recebem o piso nacional, o reajuste é automático. O valor do salário-base passará a ser, obrigatoriamente, de R$ 1.621,00 a partir da vigência do decreto (geralmente em 1º de janeiro do ano subsequente), garantindo a preservação do poder de compra diante da inflação e cumprindo a política de valorização do salário mínimo.

 

Consequências para empresas, folha de pagamento e mercado de crédito

O novo salário mínimo traz impactos para empresas, especialmente de pequeno e médio porte, em termos de custo de mão de obra, encargos e negociações salariais que se vinculam ao mínimo.


No mercado de crédito, com o aumento da base salarial, a margem consignável também aumenta, o que exige planejamento tanto por parte das instituições financeiras quanto dos tomadores de crédito.

Como se preparar para o novo valor no orçamento pessoal e organizacional

Para trabalhadores:

  • Aproveitar o reajuste para revisar orçamento pessoal.
  • Renegociar dívidas ou condições de pagamento.
  • Verificar se benefícios vinculados ao mínimo (como BPC) podem subir.

Vale a leitura: O que é Salário Bruto

Para empresas:

  • Atualizar projeções salariais e fluxos de caixa.
  • Revisar contratos e políticas salariais que se baseiam no mínimo.
  • Antecipar negociação coletiva ou reajustes internos.
  • Planejar com antecedência evita surpresas e contribui para maior estabilidade financeira e operacional.

Próximos passos: como se preparar para o salário mínimo de R$ 1.621 em 2026

O reajuste do salário mínimo para R$ 1.621,00 em 2026 reforça a política de valorização da renda no Brasil e traz efeitos relevantes tanto para trabalhadores quanto para empresas. Para milhões de pessoas — incluindo beneficiários que têm valores atrelados ao piso — o aumento tende a melhorar o poder de compra. Para o RH e a gestão, porém, ele exige ação prática: revisar projeções de custos, encargos, pisos internos, faixas salariais e rotinas de folha para a virada do ano.

 

Do lado do trabalhador, o novo mínimo pode ser uma chance de reorganizar o orçamento, priorizar despesas essenciais e renegociar dívidas com mais previsibilidade. Já para as empresas, o caminho é se antecipar: garantir que sistemas e cadastros estejam atualizados, ajustar políticas internas e alinhar a comunicação sobre impactos e critérios (incluindo transparência salarial).

 

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Perguntas Frequentes

Qual será o valor do salário mínimo em 2026?

O governo federal publicou no Diário Oficial da União o Decreto nº 12.797, que fixa o salário mínimo em R$ 1.621,00 e determina vigência a partir de 1º de janeiro de 2026. 

Quando o novo salário mínimo começa a valer?

A partir de 1º de janeiro de 2026.

Como foi calculado o reajuste?

O reajuste segue a política de valorização: INPC (inflação) + ganho real ligado ao PIB; em 2026, essa fórmula levou ao mínimo de R$ 1.621, com alta de 6,79%.

 
 

Quem é impactado diretamente?

Trabalhadores que recebem o piso, aposentados/pensionistas do INSS que ganham o mínimo e beneficiários de programas atrelados ao salário mínimo.

Como o salário mínimo afeta a margem consignável?

Com o aumento da remuneração base, a margem consignável também cresce, exigindo ajustes nos cálculos de crédito.

E quem ganha mais do que o mínimo?

Para quem ganha acima do salário mínimo, não existe reajuste automático por causa do decreto. O aumento só acontece se estiver previsto em convenção coletiva (dissídio), acordo individual ou política interna da empresa.

O impacto costuma ser indireto: o novo piso pressiona faixas e salários de entrada e pode levar a ajustes para evitar “achatamento” entre cargos. Também influencia negociações salariais e referências internas usadas pelo RH.

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